Por um longo período da história
da humanidade, a única forma de energia utilizada pelo homem foi sua própria
força muscular.
Apesar da enorme inovação
tecnológica no campo da produção de energia,
a madeira e a tração animal ainda são as únicas fontes de energia para a
maior parte da humanidade.
Desde a Revolução Industrial, os
combustíveis fósseis passaram a ser utilizados maciçamente, sobretudo o carvão
mineral.
Após a II Guerra Mundial,
ocorreram novas transformações na matriz energética mundial. Primeiro, o
petróleo foi ganhando maior importância e, mais recentemente, ocorreu uma
aumento significativo do consumo de gás natural.
A energia eólica e a energia
solar, fontes energéticas limpas e renováveis, são as formas de geração de
eletricidade com as maiores taxas de crescimento de uso no planeta.
Grandes fazendas eólicas podem
ser encontradas nos EUA, na China, na Índia, na Alemanha e na Espanha, que
lideram a produção de energia por esse meio. Como os custos de instalação ainda
são elevados, os principais produtores de energia solar são o Japão, a Alemanha
e os EUA.
A geração eólica é de menor
custo, mas depende das características do vento disponível na região. Por sua
vez, a energia solar ainda apresenta altos custos de implantação e não é uma
alternativa para os países mais pobres.
O biodiesel é um biocombustível,
ou seja, um combustível derivado de biomassa, que pode ser obtido por meio de
diversas matérias primas vegetais (diversas espécies oleaginosas, tais como
algodão, amendoim, dendê, girassol, mamona e soja) ou animais (gordura
disponível no sebo bovino, suíno ou nas aves). Trata-se de um combustível
biodegradável de fontes renováveis.
Do ponto de vista ambiental, a
principal vantagem do uso do biodiesel é a redução da emissão de gases
poluentes, especialmente o gás carbônico. Do ponto de vista social, a
introdução do biodiesel na matriz energética nacional pode representar uma
alternativa de renda para os agricultores familiares dedicados ao cultivo de
oleaginosas.
Portanto, para que os danos
ambientais não atinjam maiores proporções, ou seja, danos irreversíveis, serão
indispensáveis neste século que todos os povos se unam. A educação ambiental
será absolutamente necessária para conscientizar a sociedade e, com isso, obter
a participação mais ativa da mesma. A adoção de uma política ambiental mais
eficiente com leis mais rigorosas, monitoramento ambiental adequado e
permanente, fiscalização, maiores investimentos em pesquisas de solução
ecologicamente sustentável para os problemas ambientais e incentivos fiscais a
empresas, será a única alternativa viável para conter os danos ao meio ambiente.
Rita e Luciana